EEu chcheguguei em casa mamamamais cedo e vvvvvi um sappato difffffffffferente. Aí eeeeu fiiiquei nerrrrrvoso. Fiqqqqqquei nervvvosso, neeervvvvvosssso e ffffui me emmmbora.
No ooooooooutro dia eeeeeu acordddei e ddddisse: - Agggoora é cococomigo! Ffffui lá na cacacasa dele e qqqqqqquebrei todas as pepepernas das gagagalinhas dele.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
OUTER
DESTAR DO AZINO
Janine falou sobre minha meta kármica. Lembrou-me do que escondido havia na caixa de minha akasha e do que eu ganhara, no passado, de presente.
[Ou seria no futuro que ganhei? A quadridimensionalidade do tempo brinca de gangorra com o inevitável, sei bem...
O fato é que eu ainda vivo, isto sim me permitem as horas, pois o destino é como o fim de um livro: está lá, certamente, à espera de que passemos por ele.
[Ou seria no futuro que ganhei? A quadridimensionalidade do tempo brinca de gangorra com o inevitável, sei bem...
O fato é que eu ainda vivo, isto sim me permitem as horas, pois o destino é como o fim de um livro: está lá, certamente, à espera de que passemos por ele.
NOITES JAPONESAS

O sol
[Este mesmo sol que eu pego agora
E que brinca de desenhar em preto as coisas pela grama
Em seu analema interminável...
Este sol que alimenta o verde,
Que ressalta as matizes
E eleva a água...
Esconde-se, este sol, por detrás da linha do horizonte
E leva a sombra do chão que agora piso
Às noites japonesas
quinta-feira, 7 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
TURISMO TERRENO

Reza a lenda que Trackinsky fizera uma longa viagem para encontrar um famoso rabino, conhecido por sua sabedoria. Chegando à terra do profeta, encontrou-o em uma barraca humilde, tendo como pertences apenas seus livros e algumas poucas roupas.
Onde estão as suas coisas? - perguntou Trackinsky.
E onde estão as suas? - indagou o rabino.
Mas eu sou apenas um turista... só estou aqui de passagem.
Eu também.
GIRA
segunda-feira, 13 de abril de 2009
BREVE SEGREDO DA CHAVE

Uma vida não é apenas uma vida
Um conjunto orgânico que vinga e finda
Uma vida é um elo na sistemática dos seres
É um vitral opaco
Que informa e reflete
Unindo escadas,
Construindo pontes,
Ligando o antes ao depois
E se fazendo norte de outras e outras vidas
Há, então, que se saber a exata medida das palavras
Que contemplar as frases não faladas
Que vagueiam nos oceanos do silêncio,
Livres da âncora do compromisso
Presa às cordas da opinião cedida
Há que se notar as cores
E saber que o agora respirado
É que move o tempo
Despretensiosamente
Deve-se entender o nada
Respirar o fluido do nada
E, absorto, compreender que os frutos de cada momento têm sabores
E que os sabores, mesmo amargos,
Alimentam a essência imediata
Há de se buscar o âmago das coisas,
A língua do olho,
O tom do coração
Há de se ouvir o cântico dos pássaros na metrópole,
O som do beijo no deserto,
O respirar das flores
Para que não se fique cego,
Para que não se vire pedra
E não se seja um espelho insosso
Da princesa bêbada,
Da noite vazia,
Da igreja abandonada
Há de se perseverar na fé
De acreditar na sincronia harmônica que reje sóis
De pôr o peito na frente da bala da dúvida
E cerrar a porta na cara dos medos
Há de se querer botar no dia o bem
De acariciar o sagrado que farta os pratos
E que locupleta a vida entre outras vidas
Deve-se atentar ao valor intrínseco de tudo
Qualificar a medida dos atos
Rabiscar com canetas de anjos todos pensamentos
Pois pouco com Deus é muito
E muito sem Deus não é nada
E a chave que abre as portas do que és
Sempre esteve dentro do mesmo bolso ávido
Donde carregas as tuas moedas.
TAMANHO DAS NUVENS
Vento, respiração
Ouço da chuva uma nova canção
Do espírito
Vejo a transformação
Do ego ao hólon
Do hólon ao céu
Sou do tamanho das nuvens
Um super-humano
Rasgo o véu da ilusão
Sinto o tempo em dimensão
Telepática visão
Abre-se mais um portal galáctico
Estou no agoraqui de Gaia
Nave do tempo 2013
Com os seres elementais
Percebo as estrelas que somos.
segunda-feira, 16 de março de 2009
18
Vou vivendo pra saber o que não quero e, entre outras coisas, vou sendo eu mesmo. Quem sabe um dia, numa esquina de verdade, tope de cara com alguém que reconheça como a um espelho.
PERMANECENTE
A verdade é uma linda estrada que leva a lugar nenhum e que termina, abruptamente, na perpendicular da descoberta.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
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